A conta é simples: folha anual com encargos, multiplicada pela taxa de ausência. O que ela mostra é o piso do problema, não o total. O custo de substituição, a hora extra de quem cobre e o presenteísmo ficam de fora, e costumam pesar mais.

Nada é enviado. O cálculo roda no seu navegador, não pede cadastro e não grava nada. O resultado é ilustrativo e serve para dar ordem de grandeza, não precisão contábil.

Salário bruto médio, sem encargos. Os encargos entram no cálculo, na razão de 1,8, que é a referência usual de mercado.

Horas de ausência divididas por horas previstas, vezes cem. Se não souber, o Brasil costuma operar entre 2% e 5%.

Sobre o cálculo

O que entra, e o que deliberadamente não entra

A conta usa uma razão de encargos de 1,8 sobre o salário bruto, referência usual de mercado para o custo total de um empregado CLT somando encargos e provisões. É referência, não lei, e varia conforme o setor e o regime tributário.

O resultado aparece como faixa, e não como número único. Número único sugere uma precisão que este cálculo não tem, e preferimos ser úteis a parecer exatos.

O que a conta não cobre, e por que isso importa:

  • Substituição e hora extra. Alguém cobre a ausência, e isso custa.
  • Presenteísmo. A pessoa presente e rendendo menos por causa de um problema de saúde. Não deixa rastro em ponto nenhum, e há literatura sugerindo que supera o absenteísmo em custo.
  • Custo previdenciário. Afastamento reconhecido como acidentário alimenta o FAP, que multiplica a alíquota do RAT sobre a folha inteira.
  • Rotatividade. Quem adoece e sai leva junto o custo de recrutar e treinar o substituto.

Ou seja: o número que a calculadora devolve tende a ser conservador.

Entender de onde vem o seu absenteísmo

O número diz o tamanho. A leitura da população diz a causa. A conversa inicial não tem custo.